Em foco 25.10.2026
Tecnologia Conectividade móvel

eSIM oferece flexibilidade, mas não garante economia

Entenda as diferenças entre eSIM e SIM físico, as vantagens de ativação remota e os limites para quem busca tarifas mais baixas.

eSIM oferece flexibilidade, mas não garante economia
Foto: Pexels / Pascal 📷

O eSIM elimina a necessidade de um chip removível ao permitir a ativação de planos de celular via aplicativo, QR code ou nas configurações do aparelho. A tecnologia funciona como o SIM tradicional, oferecendo a mesma velocidade de dados e qualidade de sinal.

Como funciona a troca

Enquanto o SIM físico precisa ser inserido em uma bandeja e pode ser trocado de aparelho, o eSIM está integrado ao hardware e recebe um perfil de operadora baixado digitalmente. Isso possibilita armazenar vários perfis em um mesmo dispositivo, facilitando a separação entre números pessoais e corporativos sem carregar cartões extras.

Vantagens para quem viaja

Para quem passa muito tempo fora de casa, o eSIM permite comprar um plano de viagem antes de chegar ao destino, evitando a procura por lojas que vendam SIMs físicos. O plano pode ficar inativo no celular até o próximo uso, reduzindo o risco de perder o chip. Contudo, a economia não é garantida, já que alguns planos nacionais já incluem roaming internacional.

Impactos no design dos aparelhos

Ao remover o slot de SIM, os fabricantes ganham espaço interno, que pode ser usado para baterias maiores ou outros componentes. Essa mudança também elimina a espera pelo envio de um chip físico ao contratar um novo serviço.

O que muda para você

Se o seu smartphone suporta eSIM, você pode ativar novos planos sem abrir a bandeja, manter vários números simultaneamente e adquirir planos de viagem com antecedência. No entanto, verifique se sua operadora oferece tarifas competitivas, pois o eSIM não assegura preços mais baixos.

Fonte original: Engadget

Leia também

Continue por aqui